Foi aí que Daniel Oliveira, da igreja Central de Goiânia, formou uma equipe e fundou o Clube Jonh Hancock, em homenagem ao criador dos Desbravadores no mundo. Aproximadamente 400 juvenis participam das atividades físicas e espirituais oferecidas aos Desbravadores durante a Campal.
Neste ano, eles fizeram a tradicional escalada ao morro da Serra da Baleia, uma corrida de nós, arvorismo, ordem unida, um circuito na lama e também uma olimpíada bíblica. No sábado, dia do encerramento da campal Riachão, aconteceu a clássica cerimônia de entrega dos lenços para os novos componentes do Clube John Hancock com a participação dos pastores da Associação Brasil Central (ABC) e convidados.
Uma queima de fogos de artifícios também marcou a data especial, marcando uma década de sucesso do clube durante a Campal. Regionais e líderes de Desbravadores auxiliam Daniel, mais conhecido como Danielzinho, para a realização das atividades.
A campal Riachão tem hoje uma estrutura de cidade, com posto médico, diversas cozinhas, equipe de segurança, de comunicação, loja do SELS (Serviço Educacional Lar e Saúde), e Shopping com venda de materiais evangélicos. A partir de 1956, os adventistas de Goiás, que também incluía o território do atual estado do Tocantins, se reuniam trimestralmente na fazenda para participarem do culto realizado pelo pastor. Devido as grandes distâncias e as dificuldades de transporte, apenas nestes encontros os membros tinham contato com um pastor da igreja.
enviado por Francis Matos